30 de novembro de 2017

O Natal dá-me nervos!

Hoje é assim, curto e grosso. Lêem o título e sabem ao que vêm que isto se quisessem mentirinhas tinham aberto o Correio da Manhã.
Estamos oficialmente em clima natalício e de tanto que adoro esta coisada toda não posso deixar de ficar arreliada.
Sintam-se à vontade se quiserem emprestar o vosso ombro amigo. Há sandes de courato e minis em aproximação de fim de validade na vitrine. Hoje é por conta do estabelecimento. 

Pois que, como vêem, não sou a celebridade da minha aldeia, não me pagam copos quando se cruzam comigo, não me abraçam nem dizem que nos dias que estive fora isto não teve graça nenhuma. Vivo bem com isso e dê-me Deus saúdinha e eu já não refilo. Muito.
Até que encontrei os maiores Marialvas do Algarve. E se durante o ano a coisa já é arriscada entre jantares, saídas e inocentes idas ao Rugby que começam às 15h e terminam às 03h num bar se aspeto semelhante a esta taberna, no Natal é forrobodó pegado.
Vêm aí 78 jantares de amigos, todos com amigo secreto, em dias seguidos porque no dia 10 falta o Carlos da Azeitona, no dia 11 falta a Josefa Francisca. 
O cenário por agora está animador porque caiu o abençoado subsídio de Natal na conta. Olhando, toda confiançuda, sou capaz de apostar um dedo em como dou conta do recado! Era o davas.
Há aqui dois jantares dos estaleiros onde vou trabalhando e um lanchinho de véspera só para aconchegar. Ninguém sai impune disto!!

14 de novembro de 2017

O Karma, esse sacana!

Não, não é miragem, não é um pássaro nem um avião! É mesmo verdade. Cá está um post da outrora desaparecida taberneira.
Os dedos estão empenados mas hoje precisei de jogar conversa fora. São muitos meses de clausura e já havia muita filosofia barata a fervilhar que não podia ser reprimida mais tempo.

Ora já que cá estamos, vamos lá ver. O café ganhou humidade por isso sai um chá de poejo prá canalha! 
Desde miúda pequena ouvi a minha gorducha e simpática mãe dizer que a justiça divina tarda mas não falha. Agora a malta mai moderna fala em Karma. Ora, Karma, Justiça de Deus ou Gertrudes, parece-me fatal como o destino que há aqui qualquer coisa e o nome que se lixe que nos encarrega de ver uma situação sempre de dois lados. Quem está comigo digita um Amém, irmãos!! ahahah
Lá está, eu ainda me deixo embalar pelas barbaridades que escrevo. Que Deus me conserve assim!