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9 de novembro de 2016

Tirem-me do volante que eu faço uma desgraça!!!



Quer-me parecer que o que vou dizer daqui para a frente não vai deixar ninguém surpreso.
Tenho zero paciência para trânsito. Pasmem-se! Nadinha, nicles. 
Aposto um presunto com quem quiser em como tenho uma trombose antes dos 30 e à pala do desconsolo desgraçado é conduzir em hora de ponta.
Se no outro dia disse que gostava de abolir o desgosto, hoje juro aqui a pés juntos que as pessoas que em Faro estão a dar passagem ao senhor Abílio que está a sair da garagem em Guimarães merecem ficar fechadas numa salinha escura com uma iguana e a música da Maria Leal sempre a dar-lhe.

4 de novembro de 2016

Ser taberneira também é ser vítima (e eu sabia)!


Eu sabia que assim que servisse a primeira sande de coiratos que a coisa ia mudar. 

Esta grande (enormíssima) ação de altruismo (já começo forte nas palavras finas) traz sempre coladinha a si o olhar de esguelha de outras gentes. Quando uma pessoa se decide a dedicar-se a part time a um novo estabelecimento que não é aquele que nos paga o ordenado, existe sempre uma linguinha afiada pronta a esquartejar as carnes.

31 de outubro de 2016

As lojas estão a encolher-me!


Levantai-vos todas que o momento é solene, faxavor. 
Pois que, assim muito sem querer, muito sorrateiramente, as lojas me andam a encolher. 
Este fim-de-semana que se passou, este humaninho gordo foi gastar o que sobrava do plafond para o mês num trapinho e eis senão quando começa toda uma aventura a assemelhar-se à casa dos horrores aqui da feira de Santa Iria. 

26 de outubro de 2016

Os Desgostos de Amor deviam falecer (ou virar comida)!


http://340print.com 
Se me dessem um mandozinho nesta vida, se pudesse mudar alguma coisa tipo o valor do IMI ou o facto de a melhor comida ter mais calorias do que eu tenho expectativas no futuro, sem pensar muito, eu arriscava-me a abolir o Desgosto.
O desgosto é mais irritante que a mãe que começa a aspirar a casa às 7h no sábado. Mais cansativo que aquela prof de Matemática que sente que vocês odeiam tudo o que é número e então só vos faz 37 perguntas durante a aula. Mais desnecessário do que isso de ter de trocar dinheiro por bacon.

12 de outubro de 2016

É preciso desabafar sobre isto #3

- A fotografia mais gira fica sempre estragada!
Não me venham dizer que não acontece convosco que eu passo-me já da marmita e atiro-me ao chão! Seja uma selfie ou a foto da chegada ao pico do Everest, uma pessoa esforça-se para não parecer um ogre e quando sabe já está. Olhos fechados, trombas, boca aberta, um espirro a caminho, eu consigo juntar tudo numa só. Não imaginam a quantidade de posts que já pensei e alinhavei, tirei fotos, olhei por alto a achar que tinha ali material de qualidade e vai-se a ver nem uma se safa na triagem. Entretanto fico sem luz natural, sem bateria e sem vontade de viver.
Já não sou o baleote mais fotogénico do mundo e se a isso ainda juntarmos uma meia dúzia de fotografias queimadas pela luminosidade, temos ouro sobre azul. 
Então de cada vez que uma foto fica boa (numa série de 57), é mesmo essa que vai para o facebook, linkedin, instagram, cartão de cidadão, tudo!
Não me digam que nunca fizeram o mesmo!?


5 de outubro de 2016

Faz-se assim porque sempre se fez assim...


Vocês sabem que eu ando sempre arreliada. Vivo sempre nas tormentas de quaise tudo me fazer confusão. Se calhar ando a sair pouco de casa.
Depois isto é coisa que já se me nasceu cá dentro. Passei a juventude com o chocolate de leite e o "Porquê?" na boca. Quando fui tirar a carta de condução, numa aula perguntei o motivo de uma certa regra e foi-me dada a resposta com a qualidade de um pão de 4 dias: É assim porque é. Fiquei capaz de o picar e fazer chouriças com aquela xixa tão pouco sabida. Livra!

29 de setembro de 2016

A lycra está pela hora da morte!

greatist.com

Ele há coisas do diabo. É a crise do petróleo, a extinção do urso panda e o preço da lycra. 
Nos meus tempos de moça nova, o que não faltava era tops e calças de lycra nas feiras a desafiar o sistema circulatório das pessoas mais saudáveis. Era em cores berrantes e em preto, pró menino e prá menina, havia de todo o estilo a 5€ a peça.
Os tempos mudaram (sempre para pior, camaradas, sempre para pior...) e agora, ao que parece, calcinha de lycra é artigo de luxo. Acima de pele genuína, arrisco-me aqui a dizer!

20 de setembro de 2016

A Promessa.

Porque ficou prometido no post anterior...

Foto sem qualquer edição, nem manhas, nem desfoque, nem branqueamentos,...

19 de setembro de 2016

Time to shine, again!

As coisas nem sempre são o que parecem. As miúdas de feitio gelado como eu gostam de parecer um poço de segurança mas se calhar são mais os truques de ilusionismo que efetivamente a confiança em si mesmas.
Para além da postura, da forma de vestir e abordar as pessoas, o meu cabelo também diz imenso sobre mim, embora seja tímido.
Já me fartei de dizer que tenho tido sempre o cabelo comprido, apenas lhe dei um corte à séria em setembro de 2014. Os meus longos fios nem sempre foram/são uma vaidade, um elemento a exibir com orgulho. Muitas vezes andamos longe disso.
Sempre vi o meu cabelo como uma forma de esconder o meu corpo com tudo aquilo que posso e não posso mudar nele. É como que um aconchego, algo que me protege, que me disfarça.
Só que não consigo esquecer o quão feliz fui com o meu lob. Como me sentia fresca, elegante, sofisticada. O cabelo foi crescendo e o medo de voltar a arriscar também.

16 de setembro de 2016

You simply can't.

Uma das frases que mais tem definido a minha vida.
Porque não podemos continuar a rodopiar nos braços do diabo e esperar resultados diferentes daqueles que tivemos ontem, antes de ontem, ...
Não podemos esperar que a música mude, que o som aumente até deixarmos de ouvir, que o perigo, a excitação e o delicioso desconforto tragam a serenidade que tanto procuramos. 
É preciso escolher. É preciso abdicar. E quantas vezes o inferno se fez confundir com o paraíso? 
O que nos sabe bem no momento pode não ser (muitas vezes não é!) aquilo que nos fará bem amanhã, durante um ano ou durante dez. 
Por isso, devemos sempre decidir. Devo manter-me a dançar com o diabo ou talvez mereça o céu?



(quem não entender metáforas vai achar com certeza que eu sou maluquinha, mas é um risco que se corre todos os dias!!)


Um beijo,
MariaDaniela

5 de setembro de 2016

Vitamin Sea!


Escrevo-vos domingo, por volta da hora de almoço, com o sentimento de que já as férias terminaram. 
Amanhã (ou hoje!) há regresso ao trabalho. Como sou uma miúda abençoada não estou minimamente aborrecida, com stress pós férias ou qualquer mariquice do género. Aliás, voltei para Faro na sexta-feira e tratei de ir buscar o pc portátil ao edifício para me inteirar do que tinha acontecido na minha ausência. Não sou workaholic mas gosto do que faço. Não me custa.

22 de agosto de 2016

O essencial.


E por fim, chegaram as minhas férias. Não sinto que o meu trabalho seja exigente o suficiente para já merecer dias de descanso, no entanto a qualidade dos últimos acontecimentos fazem-me desejar muito uns dias fora do mundo real.
Já rumei ao Alentejo e sei que será mais o tempo ocupado com as mais diversas tarefas do que aquele em que me permito desligar na praia.
De qualquer forma, e para quebrar com a linha mais certinha que tenho que seguir no trabalho, estes serão dias de muito padrão e trapinhos esvoaçantes. Óculos de sol e protetor solar sempre comigo porque nesta região há sempre uma brisa fresca que parece inofensiva mas é quase sempre ela que me traz o bronzeado de pedreiro. 
É também altura de ler. Desleixo-me completamente durante o ano e se há oportunidade para enriquecer vocabulário e viajar um bocadinho é aqui, com as páginas cheias que alguém escreveu. 
Tenho ideias cimentadas do que quero trazer por cá no próximo mês e por diante mas agora só preciso de sossegar para começar a criar.

 Um beijo,
MariaDaniela

16 de agosto de 2016

Três dias.



Há anos vi um episódio de uma série ou um filme (alguma dessas cenas em que as pessoas são cool e falam estrangeiro) em que se discutia o tempo que o nosso cérebro demora a adaptar-se à mudança.
Na história, dava-se o exemplo de o mundo ficar às escuras ou de pernas para o ar (metaforicamente) mas acho que não é preciso fantasiar muito para que nos lembremos de uma ou outra vez em que estivemos perdidas perante um mundo que girou depressa demais.

9 de agosto de 2016

O nosso ego é um "Perna Fina".

www.stack.com


Ontem à noite andei às voltas na cama, tal é a abafura dos dias que se passam por aqui, e cheguei a uma conclusão infeliz: quanto mais sólido o ego maior o medo da rejeição.

NOTA: se estão à espera de um texto motivacional em que eu escrevo "atirem-se, não têm nada a perder" de vinte maneiras diferentes, acabem a vossa meia de leite e dêem de frosques. Sabem que eu não ando há 67 anos nisto para espalhar a mariquice pelo mundo. Está dito.

3 de agosto de 2016

O dia em que acharam que eu queria saber

www.guysgirl.com


Faz-me comichão no céu da boca de cada vez que alguém pensa que eu lhe mandei uma indireta.
Sim, o tema de reflexão de hoje é sobre indiretas. Abram todos o manual na página 37. 

Então é o seguinte, esta vossa companhia nos dias de luta, dias de glória é péssima a ocultar verdades. Aliás, a ouvir a rapaziada desfiar conversa, e mesmo sem meter o bedelho, a minha rica carinha de boneca um bocado estragada da vida denuncia-me logo. São capazes de perceber a minha opinião pela sobrancelha levantada, pelo sorriso malandro ou pelos olhos arregalados. E não consigo fugir a isto. Nem para esconder a verdade da cara eu tenho capacidades, eu sinceramente não sei o que é que vocês ainda aí fazem desse lado... Moças, isto não dá para mais. Nem para fingir!

25 de julho de 2016

Medo de dentista?! Concordo e apoio!!!


pinterest.com

Se são moças dadas ao masoquismo e costumam passar os olhinhos pelo que eu escrevo, saberão que enveredei (sem retorno!) pelo caminho da correção estética das minhas favolas.
E isto levanta aqui um tema que urge ser abordado da forma mais séria e fidedigna, sem o mínimo exagero, que é o medo de dentistas.
Ora como vêem no título, Maria Daniela apoia o medo de dentistas!
Sim senhora. Este Homo mais-ou-menos Sapiens pouco evoluído sempre ignorou histórias terroríficas de dentistas que levavam o povo (pacientes, como gostam de nos chamar!) ao desespero, a olhar para o falecimento espontâneo como uma alternativa feliz. Até que.... 
Não é? Temos sempre uma história que começa alegre e vivaça mas que a certa altura lhe enfiamos o "até que". Este é o meu.

20 de julho de 2016

Facto: a saúde também melhora com a idade!



Pois então que é verdade.
E este é um texto de esperança a toda a gente que cresceu com algum probleminha e que se mentalizou que mais valia abraçar a tristeza e resignar-se a viver assim todos os dias da vida. 
SÓ QUE NÃO.

E eu vou partilhar maaaais um bocadinho da minha história porque isto é tudo muita lindo mas sem exemplos palpáveis (palpável, mas só o meu nariz!! vamos lá ver essas mãozinhas na perna! hum!) parece tudo muito utópico e sem conteúdo.

18 de julho de 2016

O que é que o medo já fez por ti?

Sim, pensa comigo.
O que é que já ganhaste por ter medo? Quão mais rápido, mais fácil, mais tranquilo foi o teu caminho por teres medo? Quantas vezes foste elogiada por ter medo?

Dizem-me que serei uma óptima trintona, que é aos trinta que as mulheres são mais interessantes, mais cativantes, mais sexy, mais sabidas. Mas aos trinta já terei mais medo do que tenho hoje. Tenho mais a perder, tenho mais pressão para fazer bem.
Hoje não se espera muito de mim, apenas alguns erros de percurso que se emendam com dedicação. Hoje não esperam que eu esteja casada, mãe de filhos e com emprego estável. Hoje não esperam que nunca me salte a tampa. Hoje sabem que vou chorar a ver a Dory e permitem-mo. Hoje posso tudo, por isso não vale a pena ter medo.

Porque o medo nos rouba tempo, oportunidades e momentos felizes. O medo amanhã tratará de nos colocar um peso pendurado ao pescoço chamado frustração. 

Temos medo que uma relação falhe, então nem nos metemos nela. Temos medo de não atingir os objetivos no curso de mandarim então nem nos inscrevemos. Temos medo de apanhar um escaldão então não saímos de casa. Não. 

É preciso é ir. Vai. E se der medo, vai com medo mas vai. Chama-lhe receio! Receio, recheio, torna-o estúpido. Veste-lhe umas leggins leopardo e um tutu cor-de-rosa. Não lhe ofereças o teu tempo! Não deixes que te morda os calcanhares. Vais querer tê-los perfeitinhos quando conquistares o mundo.


MariaDaniela

8 de julho de 2016

Digam adeus ao gordo, se faz favor!


Sempre fui gaja dada a paixonetas. Mas daquelas bem assolapadas em que se acorda a pensar na pessoa, se almoça a pensar na pessoa, se esfregam as loiças da casa de banho a pensar na pessoa. Em fases mais graves da vida, até se estuda/trabalha a pensar na pessoa. Aí percebemos que não temos futuro mas olha, pelo menos a pessoa sorriu-nos quando se cruzou connosco no corredor em 1983.

6 de julho de 2016

em 2016, vou corrigir as minhas falhas!





Decorria a fatídica noite de Reveillon quando eu atribuí a 2016 a missão de ser um ano em que tentaria corrigir aquilo que mais me deixa desconfortável em mim mesma.
Já não me importa que não gostem de mim, já não me incomodam as sucessivas comparações e espero que no futuro já não me incomode como os outros vêem o meu sorriso. 
  
(Preparem-se que isto é capaz de sair daqui uma biografia.)