28 de maio de 2015

Inspiração: Conjuntos de Verão para o trabalho

Sabemos que quando estudamos temos total liberdade para vestirmos o que nos apetecer.
Uns shorts e um crop top? Óptimo! Siga! Um vestido de algodão coladinho ao corpo? Fantástico!
Quando começamos a trabalhar temos de nos conter.

Felizmente nem todos os empregos têm códigos rígidos referentes ao tipo de roupa que os colaboradores podem usar. Noutros sítios, a formalidade leva-nos a ter mais rigor e cuidado na hora de nos prepararmos de manhã.
Como podem ter visto aqui, o meu emprego é um dos exemplos de que por vezes é preciso um blazer e um ar sério.

É-me permitida a expressão da minha personalidade mas com algum cuidado. Coisas como calças com rasgões, ténis, t-shirts ou leggings têm de ficar do lado de fora do edifício.
Então, seguem alguns outfits bem comportadinhos para vos inspirar para o verão que se aproxima a passos largos!

 Adoro este tipo de calças. Se um dia encontrar umas que me fiquem bem, compro todas!! 

 Por ser verão, não deixem as vossas calças pretas a deprimir no armário!

O típico outfit certinho.

 Pops de cor e padrões não ofendem ninguém! Usem e abusem!

As saias com um comprimento adequado são um must! Super fresquinhas.

 E claro, os versáteis macacões. Sofisticados por si só!

Há milhentos modelos :)

Photos from Pinterest


Um beijo,
MariaDaniela

26 de maio de 2015

Os trapinhos de hoje #7

Hoje tive de esquecer a primavera, os passarinhos e a vida em geral.
Hoje foi dia de reunião com a Direção.
Também acho que é interessante mostrar-vos como me visto em situações diferentes, não sei.
Ah! E um thumbs up  para este cabelo que há 7 meses se viu transformado num long bob, em abril voltou a ser vítima da tesoura e já está deste tamanho!
















Detalhe do cinto escondidinho...


Blusa: Mango
Jeggings: H&M
Sandálias: Natura
Blazer: H&M
Cinto: Primark
Carteira: Primark
Brincos e Colar: H&M


Um beijo,
MariaDaniela

25 de maio de 2015

Pedacinhos de fim-de-semana #4

Lazy Saturday. Roupinha confortável para almoço na capital algarvia.


Às vezes é preciso ir matar o bichinho. Doida por sushi!


Gosto mais disto do que malas ou sapatos. 
Em breve, um post sobre este assunto que eu adoro!


Conhecem Ferragudo? Venham daí! Há turismo cultural no Algarve, eu juro!!!


Um beijo,
MariaDaniela



A Maria Daniela em números!

Passou um mês desde que armei a tenda!

A Maria Daniela em números.

Posts: 28
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Comentários do blog: 80 (fora os cerca de 20 que apaguei por acidente...)
Post mais visto: Comprar na feira: O Drama!
Post mais comentado: Os trapinhos de hoje #3

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Bem, só vos posso agradecer! Os números parecem pequeninos mas para mim são fantásticos!
Pensei que ao fim de um mês teria, sei lá, 100 visualizações. Obrigada por passarem por cá, por comentarem, por voltarem no dia seguinte e no outro!
Assim vale a pena!



Um beijo,
MariaDaniela

22 de maio de 2015

O meu cabelo é liso e fino. E agora? #2

Depois de já aqui vos ter falado dos meus truques na hora de secar o cabelo, desta vez venho contar-vos como a coisa funciona no passo anterior.

Lavar o cabelo!

1º - Cabelos finos tendem a criar oleosidade rapidamente uma vez que perdem volume junto à raíz e passado pouco tempo (este "pouco tempo" é relativo, varia de pessoa para pessoa) já o temos lambidinho, como se trabalhassemos num lagar (nada contra!!!). 
Então, há pelo menos uma vez na vida a tendência a usar os champôs ditos purificantes. Os transparentes, portanto. Limpam em profundidade e prometem um cabelo solto e leve durante 17 anos. 
O grande senão destes champôs é que usados com frequência tendem a secar o cabelo, a torná-lo áspero, frisado, difícil de desembaraçar. 
Não sendo especialista no assunto, penso que uma ideia inteligente é usá-lo por exemplo aos fins de semana, de 5 em 5 lavagens, com uma frequência relativamente baixa. 
Assim limpam o couro cabeludo com eficiência sem o desgastar.
O que eu costumo usar é da Pantene.



2º - Quando temos um cabelo com pouco volume temos também tendência a atirar-nos para champôs que prometam uma pequena juba. Há tempos era o Denso e Abundante da Garnier a deixar o mulherio com os nervos em franja. Estes produtos podem dar uma pequena ajuda no visual do vosso cabelo mas também podem fazer-vos nós que começam bem juntinho à raíz e que vos faz desejar muito uma carecada. A mim ainda me só aconteceu esta última parte.
Então, os produtos que costumo usar ligam-se mais à reparação e proteção dos fios.
Volto a referir a Pantene porque realmente é uma marca em que confio.
Como apenas costumo cortar o cabelo duas vezes por ano (no final do verão e nos meus anos, em abril), tenho que proteger muito bem a minha cabeleira de forma a que não existam pontas espigadas nem palha de aço. A verdade é que a minha cabeleireira fica muito contente comigo porque realmente estas gamas de reparação de danos ajudam a prevenir desgraças.


3º - O condicionador e a máscara deve ir ao encontro das vossas necessidades (hidratação, cabelos pintados, ...). Claro que se utilizarem uma gama de produtos da mesma linha os resultados poderão ser mais notórios mas penso que por aí não há muito onde pegar. Eu costumo gostar de usar condicionadores mais cremosos (e, portanto, mais regeneradores e hidratantes) e muitas vezes o champô dessa gama não me convence, ou vice-versa.

4º - Um truque que agora no tempo quente não custa nada. No final do duche passem os vossos lindos e macios fios de cabelo por água morna ou fria! Para além de vos trazer um boost de brilho, fecha os folículos capilares prevenindo a queda e adiando a produção de óleo. 



Um beijo,
MariaDaniela

21 de maio de 2015

Maria Daniela, a Campónia. (Sorte ou Azar?)

Não sei até que ponto é que vocês têm interesse em conhecer-me a este nível mas vou arriscar.
Sem começar com o "Era uma vez" e tentando evitar clichés, penso que quem me tem vindo a acompanhar já percebeu que eu sou alentejana.

Como nós costumamos dizer: Alentejana MAS do Litoral! Bem a sudoeste, aproveito para fazer publicidade a uma zona fantástica que preserva muito a sua identidade, os seus valores, aquilo que é. (Coisa que infelizmente já não se pode dizer do meu querido e amado Algarve.)
Tive o privilégio de nascer e crescer perto de praias fantásticas, de águas geladas de fazer doer os ossos, de pessoas fantásticas que até partilhariam a alma se pudessem, e do campo.


Aprendi que o leite vem da vaca (e não do pacote) mesmo antes de aprender a falar. Distingo raças de patos e sei qual a melhor altura do ano para se semear alhos. Ando de galochas sempre que for necessário, carrego baldes de água para dar de beber aos animais mas ainda tenho receio de galinhas.


Cresci rodeada de tanta coisa boa. Sou alérgica a quase tudo mas nada me tira do campo.
Às vezes acho que Deus (ou algo semelhante, se existir) demorou mais tempo comigo. Deu-me umas coxas grandes mas abençoou-me com esta vida.
Não sou melhor que ninguém mas encho o peito para dizer que tive uma educação (em casa) fenomenal. Desde pequena com liberdade para fazer, para errar, para controlar o meu próprio percurso escolar, para sair, para comprar. Lá em casa sempre houve orientação mas nunca autoridade. Lá em casa sempre estivemos os três em pé de igualdade. Eu, como filha, com os mesmos direitos e deveres que os meus pais. O respeito que lhes tenho é difícil de expressar. É imenso.
São pessoas modestas. Não têm melhor educação os filhos dos médicos e dos arquitetos. De todo!
Jurei que lhe desamparava a loja assim que pudesse. Quero-os felizes e com direito ao seu merecido descanso. Sem encargos. Vim para o Algarve mas o coração e a pronúncia é de lá.


Ser campónio e viver na cidade é ser mais completo. É conhecer dois mundos. Que sorte!
Vivo em cidades há 5 anos mas não deixo que me mudem, que me tornem citadina (no conceito romântico da palavra). Aproveito o que de melhor se tem aqui, sem dúvida a acessibilidade e a diversidade. Confesso que já se torna difícil imaginar-me a viver fora de um meio urbano. Mas a minha sanidade mental só recupera no campo. Nos pássaros a cantar à janela, nos vizinhos a trazer morangos, tomates ou limões das suas hortas, no palpar, na roupa suja de pó, no silêncio.
Ainda vivia há meses em Faro (para estudar, do alto dos meus 18 anos) e já escrevia:

«(...) Porque aqui ninguém tem nada, nem um refúgio onde a alma repouse calada. (...)»

A opinião mudou um bocadinho. Aqui as pessoas têm muito. Mas há algo de muito precioso que lhes falta naquilo que os rodeia: o conceito de genuino, de virgem, de despretensioso.

Amo muito aquilo que tenho e que contruí.
Se não tivermos orgulho naquilo que somos, pouco mais nos restará :)

Um beijo,
MariaDaniela