14 de setembro de 2015

FW 15/16 : As Tendências que eu detesto!

Esta nova temporada que agora chega até nós é uma mistura de sentimentos. Por um lado, há o regresso de tendências e cores de que gosto muito e que sei que vou usar e abusar, por outro, há peças que estão por todo o lado e que, a meu ver, são autênticas aberrações.

Das tendências que mais gosto falarei mais tarde. Agora toda a minha atenção vai para as coisas a que eu apelido carinhosamente de "As peças WTF?!".

1. Sapatos e sabrinas com atacadores.

Estes modelos. Arrecadam o 1º lugar sem margem para dúvidas. Os sapatos pretos então quase me encandeiam, é tudo mau demais. Estes exemplares são da Zara, que tem uma imensa gama de formas e feitios destas peças que parecem saídos de um filme de terror da época renascentista.


2. Saltos mais grossos na base que no topo.


Assustadores e muito pouco elegantes. Este revivalismo não valia a pena, não tinha deixado saudades, ninguém suspirava secretamente por eles. Voltem para o baú, por favor! Todos Zara.


3. Golas altas


Sei que são quentinhas e tudo mais mas existem tantos acessórios para nos protegermos do frio! Estas peças (tudo Zara à exceção da branca que é Mango) traem as pessoas com pescoços mais curtos e chegam a ser sufocantes. Chegam em força nas mais diversas malhas, bem volumosas e subidas. Não.


4. Patchwork


Neste caso já é um desagrado moderado. Se por um lado detesto as peças da esquerda (Zara), das peças da direita (Stradivarius) entendo que se goste. Acho que esta tendência dos "retalhos" fica gira em acessórios para alegrar looks neutros ou monocromáticos mas mais do que isso pode cair no azeite. 


E é isto. Sou uma moça difícil de agradar nestes assuntos das tendências. Não temos de gostar de tudo mas esta estação traz algumas coisitas que me fazem sofrer só de ver. O facto de se ter "repescado" o estilo dos anos 60 e 70 obriga-me a abrir muito os meus horizontes mas isso, ao fim ao cabo, tem a sua piada! A moda é isto mesmo.

Um beijo,
MariaDaniela

11 de setembro de 2015

Como NÃO ir às compras!

Sou uma miúda nova mas no que toca a compras já experimentei diversos métodos. Sim, porque esta coisa de sair de casa para comprar coisinhas para nós é todo um processo com questões de logística, de tempo, de espaço, de humor. Jesus...
Se não tivermos os pirolitos a funcionar todos ao mesmo tempo acabamos a comprar aquela minissaia tigress com uma barra verde néon. A quem nunca aconteceu?

Hoje (e assumindo que estou novamente a mudar a forma de comprar) prefiro comprar menos mas com mais qualidade. Vou uma primeira vez ao shopping para passar nas lojas que habitualmente frequento e nas que me seduzem pelas montras, recolho livrinhos com as atuais coleções e só numa segunda ida é que compro o que efetivamente me cativou. 

Mas não vim falar do que eu acho que se deve fazer, mas sim do que NÃO se deve fazer na altura de ir às compras.

Conselhos Básicos:

- Não ir com pressa 

Ou acabamos por não comprar nada, ou compramos aquela peça que achamos "mais ou menos" porque não tivemos tempo de procurar melhor. Com pressa, os nossos olhos nem observam com atenção os pormenores, apenas registam o geral, o que complica a seleção de produtos.


- Não ir com o namorado

Erro crasso. Clássico. O que lhe quiserem chamar. A não ser que seja ideia dele e que vos queira oferecer alguma coisa (ahh saudades! ahah), a opção de ir passear ao centro comercial a dois pode dar origem a uma separação feia! Vá, sem exageros, todas nós sabemos (e vemos!) que eles sofrem, sofrem, ...



- Não ir com alguém que critica a nossa forma de vestir

Ir com aquela amiga que não é assim tão amiga ou com alguém que não percebe os nossos gostos dá asneira. Não dá opinião quando se está no provador, franze o nariz, faz cara feia, bufa, tenta levar-nos a escolher um estilo de roupa parecido ao dela. Frustração total para ambas.


- Não ir antes de um momento importante ou stressante

Semelhante a ir com pressa mas pior. Não se está com a cabeça em cima dos ombros e muitas vezes é nessa altura que se compra a típica peça "WTF?!", aquela peça que não nos diz nada, pode até ter sido cara e nós achamos que deviamos estar debaixo de algum feitiço para comprar aquilo, quando na verdade eram só nervos.


- Não deixar que a insistência dos colaboradores ganhe

"Fica-lhe tão bem! Leve!". Esta é a primeira. Depois vêm outras frases que nos fazem sentir que se não levarmos aquelas botas amarelas vamos estar a cometer um crime. Nós queremos sair da loja mas o colaborador segue-nos e continua a sua ladainha. Não se aguenta!


- Não ir sem ideia do que nos faz falta

Ou acabamos por trazer algo muito semelhante ao que já temos em casa ou fazemos compras impulsivas disparatadas. Resumo: acaba quase sempre em dinheiro mal gasto. Por outro lado, se não temos imediatamente em mente algo que nos faça falta, possivelmente NADA nos faz falta, então temos mais liberdade para comprar o que gostamos, sem restrições (desse género) na escolha.



- Não ir quando não temos dinheiro para gastar

A ideia aqui é "NÃO VÃO!!". Voltar para casa com sonhos que não sabem quando/se vão poder concretizar é terrível e só a nossa pior inimiga merece passar por isso! Quando não há plafond para compras, dediquem-se a outras coisas que o mundo não é um shopping gigante, ok? ahah


Cá eu não caio em nenhuma destas situações. Adoro ir às compras, faz-me feliz e disfarça-me as rugas, portanto quando ponho os pezinhos num centro comercial ou numa baixa é para estar divertida mas serena, sem pressões. Aquela sensação boa, sabem? 

Têm outros conselhos para partilhar? Deixem tudo aqui nos comentários!

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Um beijo,
MariaDaniela

7 de setembro de 2015

A importância da Primeira Impressão

A primeira impressão que têm de nós é extremamente importante. Mais do que nos pode parecer se pensarmos no assunto por breves instantes. E aqui não me refiro apenas a situações de entrevista de emprego ou primeiro encontro.

A primeira impressão que passamos e a percepção com que os outros ficam de nós condiciona todo o seu comportamento no futuro, pois estão a agir conforme a sua "verdade". Muitas vezes desprezamos situações de contacto com outras pessoas porque achamos que a sua informalidade não exige nenhum cuidado, o que não sabemos é que aquelas pessoas com quem nos cruzámos e fomos pouco simpáticas podem vir a ser o nosso patrão, colega de trabalho, senhorio, sogro, ...

Segundo um estudo, uma primeira impressão formula-se da seguinte forma:

55% Aparência e Ações
38% Tom de voz
7% Cultura e Intelecto

Isto já diz tudo, não é?
Depois há outros factores como a nacionalidade ou a firmeza do aperto de mão, mas que terão menos importância (sabendo, desde logo, que um desses factores, a nacionalidade, não é alterável).


A aparência e a forma como agimos dita praticamente aquilo que vão pensar de nós e o mais interessante é que essa imagem que fica na cabeça das outras pessoas é criada com apenas 10 segundos de interação!

Deixo-vos então algumas dicas para que não sejam atraiçoadas pelas primeiras impressões que criam sobre vocês!

Manter um visual cuidado 
Criar um guarda-roupa (como já falei aqui) à nossa imagem ajuda a que, mesmo sem pensar, criemos outfits adequados ao nosso corpo e àquilo que queremos transmitir. Além disso, se nos rodearmos de boas peças-chave (casacos, malas, sapatos) já mostra cuidado com a nossa apresentação. Unhas e cabelos sempre limpos e com corte adequado, obviamente.
A verdade é que não temos de sair de casa sempre como se fossemos encontrar a Rainha de Inglaterra (ou a atual do nosso ex ahahah) mas deve ser bem visível a atenção que damos à nossa aparência!



Ter sempre um sorriso disponível
As pessoas de sorriso fácil captam mais rapidamente a nossa atenção e percebe-se porquê, certo? Ninguém tem culpa que em casa tenhamos contas a amontoar-se por isso é importante ter um ar sereno sempre que alguém nos aborda, um leve sorriso. Quando isso não acontece, podemos ser facilmente apelidados de carrancudos ou que fiquem a pensar que não somos simpáticos.


Ser atenciosa e educada
Isto serve para as filas na peixaria do hipermercado, para quem vos pede as indicações para Freixo de Espada à Cinta ou para quem precisa de mais tempo para passar a passadeira enquanto vocês estão paradas no carro e atrasadíssimas para o trabalho/escola. Ter uma boa palavra, puxar do nosso civismo e dar atenção a quem nos pede uns instantes mesmo quando o Benfica perdeu na noite anterior pode ser no início um esforço mas passará a ser um hábito. E nós passamos a ser muito mais felizes!



Mostrar conhecimento e interesse pela atualidade
Nós nunca sabemos verdadeiramente com quem estamos a ter aquela conversa corriqueira à espera do autocarro, então se o tema assim o permitir, devemos trazer à tona o nosso lado mais curioso e interessado, sacar do bolso aquelas notícias sobre política internacional que vimos no dia anterior e escarrapachar as nossas teorias sobre a melhor forma de grelhar fanecas.
As pessoas que não têm opinião sobre nada raramente nos cativam. É tão mais interessante conversar com alguém que tenha ideias diferentes das nossas mas que as tenha!



Parece tão básico mas é muito fácil que num dia "não" passemos uma imagem menos positiva. A quantidade de coisas que pode influenciar aquilo que vão pensar de nós é enorme, então devemos acordar todos os dias com vontade de dar o nosso melhor, de nos pormos bonitas e levar o nosso melhor sorriso a passear. Acredito que já é meio caminho andado!



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Um beijo,
MariaDaniela

4 de setembro de 2015

Fast Fashion vs. Slow Fashion

Por vezes dou por mim a ler artigos relacionados com moda e tendências e apercebo-me que existe praticamente uma linguagem própria com imensos termos e expressões específicas do ramo e que o comum mortal desconhece. É preciso algum empenho e estudar para ficar confortável com os nomes dos padrões, dos tecidos, da conjugação de peças, do tipo de peças que adquirimos, do tipo de fabrico... Enfim, é todo um processo.

Hoje venho falar-vos de dois desses termos meio estranhos e que estão em todo o lado, mais do que nunca. São eles o conceito de Fast Fashion e de Slow Fashion.

Fast Fashion

Basicamente, refere-se à produção imediata e contínua das últimas tendências no mercado da moda a preços acessíveis.
Este movimento tem origem europeia e permite que os consumidores tenham acesso a produtos inspirados em coleções de marcas de luxo de forma rápida e pouco dispendiosa.
Em Portugal, temos uma muito diversificada gama de lojas de Fast Fashion: Bershka, Mango, H&M, C&A, Benetton, Stradivarius, Pull and Bear…
Porém, ao mesmo tempo que se estimula o largo e contínuo consumo levantam-se questões como a realidade da exploração laboral em países como o Cambodja, Bangladesh e outros países do sudeste asiático.


A Zara é a principal referência quando se fala em Fast Fashion e segundo especialistas, esta empresa espanhola mudou a forma como marcas de luxo atuam no mercado (falamos da Gucci, Burberry ou Louis Vuitton) passando a ter novos produtos com mais frequência.
Este modelo de mercado cria um vínculo entre a marca e o consumidor na medida em que o cliente mantém interesse na procura de novos produtos, nas visitas frequentes às lojas e a querer estar sempre informado acerca das possíveis novidades.




Slow Fashion

Trata-se do extremo oposto de Fast Fashion. Este modelo defende a criação de peças de qualidade inquestionável, intemporais, duráveis e em pequena escala, em locais mais parecidos a ateliês do que a indústrias.
São utilizados tecidos nobres, naturais e, se possível, ecológicos nos lançamentos pontuais de coleções. Há sempre uma sensação de exclusividade.
Há uma relação de confiança entre criadores e consumidores que só é possível em produções de pequena escala. Essas produções tentam muitas vezes utilizar recursos e materiais locais, apoiando a exploração e desenvolvimento da região.

As suas filosofias passam pela manutenção das nossas roupas e não na compra compulsiva. É incentivada a forma de pensar , agir e consumir em torno de “qualidade sobre quantidade” ou “less is more”, desprezando o conceito de “tendência” e enaltecendo sempre as peças clássicas.
Este modelo mantém vivos os métodos tradicionais de trabalhar os tecidos assim como toda a história por detrás de uma peça que roupa, que lhe dá significado.




Do meu ponto de vista, acredito que o equilíbrio se encontra entre os dois conceitos. É obviamente necessário o mundo do fast fashion que nos permite o acesso a peças tendência com preços muito convidativos. No entanto, quem não gosta de ter peças de qualidade inegável (talvez até feitas por medida) que gritam exclusividade?
Ter um closet em que ambos os modelos coabitam harmiosamente parece-me perfeito. Todas as bloggers de moda, it girls e entendidas na matéria incentivam à compra de boas peças básicas e clássicas, enquanto que a aquisição de peças em voga durante uma só estação deve envolver um menor custo/esforço.

 Partilhem as vossas opiniões :)

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Um beijo,
MariaDaniela

2 de setembro de 2015

Wishlist FW 15-16 : Acessórios

Adoro as estações intermédias. Primavera e Outono têm uma magia diferente. Depois do Inverno vemos o renascer da flora, depois do Verão pisamo-la seca nas nossas ruas. Gosto tanto destas transformações.

Tal como a maioria, ando de olhos postos na nova coleção. Tenho bem presente aquilo que faz falta no meu armário e vou tentar não desviar o foco! 
E a falta que me fazem acessórios! Como já partilhei anteriormente, numa das minhas mudanças de casa perdi uma caixa com dezenas de brincos, colares e pulseiras. Fiquei com pouquíssimas peças (aquelas que tinha no Alentejo por usar raramente). *cof cof* disponível para as vossas ofertas *cof cof* ahahah

Então, na tentativa de reverter um pouco essa situação, ando de olho em algumas coisinhas. Passo a mostrar-vos:

Mango


Estou deliciada com estas peças. Acho que esta coleção de acessórios da Mango está brutal e como o preço é convidativo (cada par anda entre os 10-15€) vou tentar mesmo arrecadar estes meninos! Os três!



H&M


Nota-se a enorme tendência para os dourados?! Aqui, um pouco mais acessíveis, também bastante bonitos e atuais. Um apontamento em burgundy que vai estar em alta na próxima estação! (vejam sugestões de looks aqui)


Zara


Pensei não colocar aqui nada da Zara dada a rapidez com que a coleção (des)aparece das lojas mas o colar é um miminho e este lenço XXL foi amor à primeira vista! Esta peça em looks monocromáticos deve ficar tão perfeita!


Massimo Dutti


Adoro luvas em pele e estas parecem-me giríssimas. As que já comprei no passado acabaram por se revelar demasiado rígidas e não se ajustaram às mãos. Não experimentei estas mas estou com ânsias!
Os óculos são um amor e preciso imenso de um cinto fino de qualidade. Tenho uns óptimos da Salsa mas são mais largos (tão bons que o meu rico pai me roubou um, adaptou a fivela para o tornar mais masculino e usa-o non stop) e preciso mesmo de um mais fino que dure! Este é mesmo a minha cara.


Falta aqui a Parfois. Pois é, para minha desilusão não encontrei nada online que me roubasse um suspiro. Não é normal mas pronto, acontece.
De um modo geral também tenho tido dificuldade em encontrar carteiras e malas que goste. Tenho na cabeça o género de malas que preciso (e até nem sou muito exigente) mas não estou com muita sorte, pelo menos para já.
Em compensação, a Massimo Dutti tem esta beleza mas que não é de todo para mim. Fomos feitas uma para a outra mas temos 3 dígitos a separar-nos.

Acho que o meu cérebro pára quando me ponho a olhar para isto. Senhores...


Mas bem, ficam para a próxima as carteiras e os sapatos!  Espero que tenham gostado desta pequenita seleção de acessórios. Ando a focar-me mais no que gosto e tentar mesmo comprar. Antes gostava de tudo e quando entrava nas lojas ficava meio perdida. Tempos que já lá vão, agora sou super assertiva!
Perdoem-me a pouca diversidade nos estilos mas é mesmo deste género de peças que eu gosto. Espero que gostem também! ahah

Um beijo,
MariaDaniela


31 de agosto de 2015

O closet perfeito: Como criar?

Faz parte dos nossos sonhos ter um closet perfeito. Aliás, se nos aparecesse o Génio da Lâmpada com os seus 3 desejos, muitas de nós pediríamos um guarda-roupa de sonho! ahah
O que acontece é que criar um conjunto de roupas e acessórios à nossa imagem é muito difícil:
- Porque os nossos gostos não são sempre iguais;
- Porque fazemos compras por impulso;
- Porque o orçamento é limitado;
...

Um closet que nos complemente deve ser construído gradualmente e há alguns pontos orientadores que podemos seguir.
Deixo-vos algumas dicas:


1. Cria um Kit Inicial

Cria um conjunto de 3 a 6 peças que tenham exatamente o teu estilo e que ao mesmo tempo sirvam de base para outros coordenados. Estas peças podem/devem ser combinadas entre si e deves sentir-te confiante quando as usas. A qualidade destas peças é essencial uma vez são como uma base para outros outfits.
Fica um exemplo de um kit inicial, que podia ser o meu.


2. Analisa o teu estilo de vida
 
Recorre à tua agenda ou a qualquer ferramenta que te permita ver quais as tuas atividades (trabalho, ginásio, ocasiões formais, saídas à noite, tempo em casa, ...). De seguida, observa/lembra-te da regularidade com que exerces cada uma delas. Este aspeto é fundamental para a definição de prioridades e das quantidades de peças para cada atividade.
Por fim, tenta representar de alguma forma as conclusões a que chegaste.
Abaixo fica um exemplo gráfico (do blog Into Mind):




3. Esboça o teu guarda-roupa ideal.

O teu Kit Inicial deve fazer parte de um conjunto importante de peças: o teu guarda-roupa ideal.
Pensa no tipo de organização que mais gostas, no espaço que tens disponível, nos tecidos que mais gostas, no estilo que mais gostas. Pesquisa imagens de closets de outras raparigas, pesquisa it girls com um estilo semelhante ao teu. Tudo é permitido para que idealizes o teu guarda-roupa perfeito!


4. Escolhe peças versáteis.

Na construção de um closet à tua medida deves ter na ideia que as tuas futuras compras devem ser ponderadas. Por exemplo, neste processo deves ter cuidado com as peças que são "demasiado" e com as que são "demasiado básicas". O look só de peças básicas não permite que se marque a diferença e as peças over the top são pouco versáteis. É também importante entender se as peças de que gostamos nas lojas se adequam a situações diferentes ou apenas a um tipo de atividade. Jogando pelo seguro na altura de comprar, podes sempre adquirir peças como as que definiste no teu Kit Inicial mas noutros tecidos, cores ou cortes.

from pinterest.com

5. Encontra o melhor que o teu budget pode pagar.

Deves definir um orçamento para este tema e reparti-lo conforme o grau de importância das peças (será inteligente pagar o mesmo valor por um blusão de cabedal e por um colar?). 
Entende em que peças pretendes investir mais e que peças não te importas de ir substituindo com alguma frequência (tendo sempre em conta que nem sempre preço alto significa muita qualidade). Pensa em adquirir peças clássicas, intemporais. Não descartes as lojas de roupa em segunda mão. Mantém os horizontes sempre abertos.


6. Continua sempre a melhorar o teu guarda-roupa.

Ao teu ritmo e ao ritmo do teu orçamento (flexível ou não). A melhoria contínua mantém-te motivada e satisfeita com o que vestes. A aquisição de peças tendência é não só permitida como bem-vinda e torna o teu guarda-roupa mais rico e atual. A forma como te vestes e constróis os teus outfits fala de ti antes de abrires a boca por isso deves adorar todas as peças do teu guarda-roupa! 


from pinterest.com

Espero muito que estas dicas tenham sido úteis! 

Brevemente quero falar-vos dos conceitos de Slow Fashion e Fast Fashion porque acredito que algumas explicações sobre estes assuntos tão em voga vão complementar estas dicas. Estejam atentas!


Um beijo,
MariaDaniela