23 de maio de 2016

Open Minded

Tal como muitas de vocês que estão desse lado, sou extremamente criteriosa em quase tudo na vida. Acho que muitas vezes, sem dar conta, abuso nos critérios ao ponto de criar preconceitos. O fim de semana passado provou-me exatamente isso.
Fui exposta a um ambiente que não me é familiar, rodeada de centenas de pessoas que não conhecia e que, nesta cabecinha pensadora, tinha tudo para correr mal. 
Acabei por passar grande parte do tempo com uma rapariga da minha idade que não tem rigorosamente nada que a assemelhe a mim e a única questão é que correu tudo tão bem que ainda me custa a acreditar que não estive sempre a olhar para o relógio. 
Se a tivesse conhecido noutro contexto muito possivelmente teria "descartado" logo a possibilidade de nos darmos, mas ao estar desprotegida a coisa fluiu de forma muito natural. 
E é isso que me tem dado que pensar. Que preciso muito de abrir os olhos e a cabeça. Já me formatei demasiado para conhecer pessoas com interesses semelhantes aos meus, com postura e sonhos que andam ali no de dedinhos entrelaçados com os meus. Agora que dou uma vista de olhos, haverá coisa mais aborrecida?


20 de maio de 2016

# não somos todos fashion advisers

Não há como evitar a moda e as tendências. Simplesmente não dá. 
Podemos estar a procurar peças para o carro, a ver a notícia do Zé da Horta que matou a prima, a avó e a ovelha porque não encontrava o par daquela meia, podemos estar só na paz do Senhor a curtir o vácuo que somos abalroados pelo camião "5 mega tendências desta estação", "Saiba como parecer super rica só com peças da Primark", "Saiba bué da coisas sobre moda". 

Portanto, dada tanta importância aos trapinhos em que nos enfiamos todos os dias, obviamente teriam de aparecer os experts, os entendidos, os watch and learn.
Há os que compram uns diplomas e frequentam aulas por forma a validar os conhecimentos que vendem a peso de ouro. Depois há os que sabem realmente do que falam, mas sobre esses não tem graça dizer umas alarvidades. 

Os fashion advisers querem por o mundo a vestir-se como deve ser e, se puder ser, querem por o mundo a contribuir para a sua conta bancária. Eu também queria, mas não tenho talento nenhum que possa vender. Sim, eu sei, nem eles.
Bem, vocês sabem que eu não tenho bom fundo portanto vão deixar-me particularizar a situação, certo?

18 de maio de 2016

Favoritaços #2

De vez em quando a nossa rotina muda, ou porque a pele precisa de outros cuidados, ou porque ainda não encontramos O produto ou simplesmente porque nos dá um gostinho especial ir experimentando coisas novas.
A prever os dias e noites mais quentes, renovei a minha simples rotina de rosto e cabelo para que não aconteçam muitas desgraças. Os novos produtos pelos quais me rendi de amores são estes.



16 de maio de 2016

Gostar de Bola é ridículo.



Gostar de futebol é ridículo. "Ser" de um clube, discutir táticas e contratações é ainda mais ridículo.
Ficar ofendido de cada vez que nos dizem que toda a gente do "nosso" clube devia falecer é o cúmulo do ridículo.
Só que no meio deste monte de coisas ridículas há sempre valores e lições a retirar cirurgicamente.
Em cada época (e esta última tem sido tão riquinha) há uma avalanche de lições de moral, de ética, de falta dela, de tudo o que o dinheiro compra e de amor à camisola.

Têm noção do quão ridículo é que se criem laços com jogadores que saem do "nosso" clube e ainda assim os apoiemos com o mesmo carinho? E que nos sintamos traídos com a saída do treinador para o clube rival?

Escrevo-vos este texto sábado, dia 14, sem saber como vai acabar. Tenho o coração nas mãos. 

13 de maio de 2016

Produtos Acabados #4

Acho sempre que devo partilhar quando encontro algo muito bom e algo muito mau a preços baixos. Ou para que aproveitem também ou para que não caiam no mesmo erro que eu. Conselhos de big sister, portanto. ahah
Vamos lá a isto!

Tirei foto e deitei as embalagens fora. Só depois é que vi a bela nódoa que aqui ficou. Desculpem. O tempo escuro não tem ajudado nada. Deixo os links abaixo para mais informações. 


11 de maio de 2016

Mãe, deixei as boas maneiras aí em casa!



Pois que esta boa amiga que vocês aqui fizeram passou por uma situação traumática que nem tão cedo apagará do seu tecido nervoso. (Não, o camadão de porrada que apanhei no hipermercado de que vos falei aqui nem se chega aos calcanhares disto que aí vem.)
Como é do conhecimento de vossas excelências, o país anda a viver sob ameaça de Semanas Académicas e outras com nomes diferentes mas que significam todas o mesmo terror: adolescentes mais bêbedos do que aquele frango velho que atafulhamos em cerveja para amaciar. 
Eu, que estou a viver uma experiência avassaladora mas que ainda me há-de valer um prémio literário, partilho casa com um estudante com vida social ativa. Já adivinham o que aí vem, certo?