6 de julho de 2016

em 2016, vou corrigir as minhas falhas!





Decorria a fatídica noite de Reveillon quando eu atribuí a 2016 a missão de ser um ano em que tentaria corrigir aquilo que mais me deixa desconfortável em mim mesma.
Já não me importa que não gostem de mim, já não me incomodam as sucessivas comparações e espero que no futuro já não me incomode como os outros vêem o meu sorriso. 
  
(Preparem-se que isto é capaz de sair daqui uma biografia.)

4 de julho de 2016

Saldos : os achados fresquinhos

Vejam só quem decidiu voltar a dar um sinalzinho de vida! Como viram no post anterior tenho andado ocupada tanto com trabalho como com uma coisinha pessoal. Querem saber o que se passa por aqui? Hmmm talvez amanhã, talvez quarta... ahah
Fiquem sabendo que passei a tarde de domingo a criar conteúdo já que esta semana continua um caos em termos de trabalho. Por isso não sejam demasiado mazinhas, ok?
Para hoje, uma compilação de coisinhas super apetitosas que estão em saldo. Claro que já andava roidínha por saber o que é que temos à nossa disposição por preços mais simpáticos.
Ainda esta semana sairá um post com algumas peças com desconto que se adequam perfeitamente às próximas estações, para as meninas que vivem sempre com um olhinho no futuro como eu.
Para já, peças leves e frescas para espalhar beleza este verão!



27 de junho de 2016

Aviso à Navegação


Estamos assim. A fazer o trabalho de duas pessoas, dado que uma colega também merece férias.
Para além deste pequeno furacão que vai acampar na minha secretária durante duas semanas, também ando há muuuitos dias a preparar uma mudancinha pessoal que logo saberão. 
Espero voltar para a semana em fúria com pechinchas dos saldos, novidades, textos parvos e a converseta do costume!
Sim, a foto está desfocada porque para além de nestas folhas estar o meu nome completo toda a informação é mega confidencial e para vos mostrar teria de vos matar... Ou quase. ahahah

Esperem por mim que eu volto assim que puder, hum?

MariaDaniela

21 de junho de 2016

A melhor terapia


Há pouco que me satisfaça tanto como a praia. 
Despir a farda do dia-a-dia, deixar os quilos de maquilhagem na gaveta, pegar em fruta e água e seguir caminho.
Hoje disponho-me muito mais a fazer quilómetros de estrada na busca do areal perfeito do que antes.
Antes, o primeiro canto de areia e mar que me estivesse à mão servia, hoje prefiro pequenos paraísos.
Porque aqui desligo mesmo. Sabe-me muito bem ficar só a ouvir o ruído da água e de pouco mais.
É a minha melhor terapia de todas. Esqueci as drenagens linfáticas, as pressoterapias e só largo esta delícia quando a chuva voltar. 
Espero que este verão seja aquilo que merecemos e sei que nesta praia se hão-de escrever muitas histórias. 

MariaDaniela

20 de junho de 2016

E quando toda a gente quer florzinhas...

a Maria Daniela envereda por todo um novo caminho.


A verdade é que uns 70% dos meus biquínis têm estampas florais, mais gráficas ou mais românticas, ainda assim parece que há todo um estilo predefinido na minha gavetinha de praia.
O ano passado não comprei nada de beachwear portanto agora precisei de juntar algo que fosse mais "eu em 2016" à minha pequenita coleção.

15 de junho de 2016

Eu e o meu quase-super-poder



Estão a ver o Obélix? Eu sou o Obélix na minha cabeça.  Bem, do príncipio.
O meu ex namorado, sempre que precisava de levantar alguma coisa pesadona ou de fazer algum esforço na vida, dizia que tinha de vestir as cuecas roxas. Eu acho que nasci com as cuecas roxas.
A capa comprei depois a prestações em 64 vezes sem juros. Eu e o Obélix partilhamos o destino de ter "quase-herói" escrito na testa (ou na pança alegremente mole que envergamos).

Os dilemas dos outros já me preocupavam ainda eu tinha dentes de leite e franja nos olhos a desafiar uma futura vestigue (Deus foi amigo...). Não atafulhava os ouvidos dos meus pais com tralha do meu dia-a-dia porque me parecia estupidamente óbvio que o deles tinha sido muito mais hardcore. Não, não sabia o que era "hardcore". Não, não achava que nada poderia ser pior do que perder ao berlinde.
No entanto, e numa de "se não atrapalhar já ajudo", fui acompanhando mais as coisinhas deles do que eles as minhas. A minha mãe soube que fui vítima de bullying dos 6 aos 12 anos quando eu já ia lançada nos vintes. Qualquer dia conto-lhe que parti um dente da frente no balneário da escola no 5º ano. Para já, ela ainda não está preparada.