31 de outubro de 2016

As lojas estão a encolher-me!


Levantai-vos todas que o momento é solene, faxavor. 
Pois que, assim muito sem querer, muito sorrateiramente, as lojas me andam a encolher. 
Este fim-de-semana que se passou, este humaninho gordo foi gastar o que sobrava do plafond para o mês num trapinho e eis senão quando começa toda uma aventura a assemelhar-se à casa dos horrores aqui da feira de Santa Iria. 

26 de outubro de 2016

Os Desgostos de Amor deviam falecer (ou virar comida)!


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Se me dessem um mandozinho nesta vida, se pudesse mudar alguma coisa tipo o valor do IMI ou o facto de a melhor comida ter mais calorias do que eu tenho expectativas no futuro, sem pensar muito, eu arriscava-me a abolir o Desgosto.
O desgosto é mais irritante que a mãe que começa a aspirar a casa às 7h no sábado. Mais cansativo que aquela prof de Matemática que sente que vocês odeiam tudo o que é número e então só vos faz 37 perguntas durante a aula. Mais desnecessário do que isso de ter de trocar dinheiro por bacon.

24 de outubro de 2016

Trazer calor aos dias frios!

Estamos na segunda fase bipolar do ano. As estações intermédias têm o dom de aglomerar em si o vento nórdico de manhã e a calmaria de verão à hora de almoço. Então temos de andar sempre em cima da ocorrência e, mais que tudo, precavidas.
Para além disso, nesta fase de transição sentimos sempre que temos de nos despedir de algumas peças que adoramos e que terão de enfrentar a escuridão do armário por vários meses.
Pensando nestes dois aspetos, achei que vos devia relembrar de que há formas e formas de usarmos as nossas roupinhas preferidas sempre adequando o outfit à ocasião e à temperatura.

19 de outubro de 2016

Já não é tendência. E agora?!

Não há como evitar. Todas temos várias peças no nosso armário que já foram a granda cena há alguns anos e que agora foram esquecidas pelas marcas. Assim de repente lembrei-me dos exemplos acima. As fivelas enormes nos cintos, os vestidinhos assimétricos, ultimamente os kimono e as parkas com mangas a imitar pele. Esta temporada não se vê nada disso. Então o que havemos de fazer à nossa vida?! Maria Daniela não traz o sentido da vida mas traz umas ideias, que vai dar quase ao mesmo!

17 de outubro de 2016

As minhas ondas imperfeitas [truques simples]

Antes de mais, o meu pedido de desculpas pela qualidade das fotos. De facto, fazer tudo sozinha implica um certo tiro no escuro e só no fim se vislumbra se temos material decente ou não para trabalhar. Por outro lado, a última foto, a do resultado final, já teve de levar flash porque anoiteceu bem rápido. Lamento. De qualquer forma não teria outro dia para criar este post, portanto fica a intenção. 

Desde que voltei a cortar o cabelo para um tamanho médio sabia que ia dar muito mais uso ao meu modelador. Andava tristonho a um canto a gozar da sua velhice (penso que o comprei em 2010, embora ainda se mantenha à venda aqui) mas o tempo de sossego tem agora os dias contados.
Não sou das eternas inconformadas que adorava ter o cabelo aos caracóis ou loiro ou carapinha. Gosto do meu cabelo assim liso mas de vez em quando é preciso mexer no assunto!

Então, nos dias em que me sinto com tempo e paciência (Primeira cena: as bloggers e youtubers que dizem que é rápido e divertido... Pá, não. Parem de mentir ao povo!) pego no modelador e nos três essenciais de cabelo para este tipo de penteado: protetor de calor, mousse e laca de fixação forte.

(não vos indico o spray de proteção térmica porque ainda está em fase de testes)

14 de outubro de 2016

Não são as peças, é o estilo.



Quando comecei este blog achei que até teria possibilidade de fotografar looks e inspirar alguém. Com o passar do tempo apercebi-me que para inspirar alguém teria de fazer algo de diferente. O facto é que não fazia. Nem faço.
Como podem ver acima, estes foram os outfits que usei esta semana. Nada de extraordinário. 
A minha busca pela minha identidade continua. Ou melhor, a forma de expressar a minha identidade através da roupa. Bem, nem sei. Mas do meu ponto de vista há 3 coisas que precisamos de saber antes de termos a certeza que estamos a expressar o nosso "eu" através dos trapinhos.