17 de fevereiro de 2017

Até quando é que podes não saber?

Sim, até quando é que podes não ter um plano sem que estejas desnorteada?
Os tempos, dizem, mudaram mas continuam a cobrar-te a seriedade, a consciência e o tacto com a mesma firmeza que o fizeram aos teus semelhantes anos e anos atrás.
Precisas de ser controlada, metódica e fazer um percurso limpo, sem desvios nem percalços porque "Com a tua idade, eu já era... Eu já fazia... Eu já tinha."

Até quando poderás ser a criança que recusas deixar morrer?
Terá a tua gargalhada de ir às lágrimas um prazo de validade e o teu gosto por filmes de animação um final certo. Dizem. Dizem ser o percurso natural das coisas. Só que tu nunca foste pelo que é natural.

Até onde te será permitido não seres aquela-que-domina-todas-as-coisas?
Vão começar a cobrar-te demasiado cedo para que saibas, tanto que ensines. E tu com tantas dúvidas, ora tão básicas quanto complexas. A maior delas é se algum dia fará sentido que doutrines uma palavra que não é tua.

Por quanto mais tempo poderás viver na dor porque te parece tão mais confortável do que o vazio?
Pior que a dor é a ausência dela. O não sentir, não ser capaz. Ser infértil. Infértil de felicidade.

MariaDaniela

13 de fevereiro de 2017

Paixonetas improváveis!


O que é que é da nossa vida se não andarmos constantemente a cansar a vista nas lojas online? Pouca coisa, bem sei. Padeço do mesmo mal e a minha conta bancária tem crises de ansiedade de cada vez que eu pronuncio "olha que giro!". Aquele coraçãozinho frágil não foi feito para estas andanças, mas a cada um o seu destino.
Uma das coisas mais engraçadas é quando nos deparamos com peças que à partida desprezaríamos e vai daí que a coisa nos fica presa na retina qual mosquito em pára-brisas e se abre todo um novo leque de conjugações, misturas e... taquicardia ao nosso fundo de maneio! ahah
As minhas três últimas paixonetas mais improváveis foram estas e eu explico porquê.

7 de fevereiro de 2017

Ter olho para o negócio!



Mais um post bem rápido. Esta semana andamos na correria, se isto abranda eu juro que é mentira!
Desta vez, uma referência às boas compras e ao olhinho bem aberto que devemos ter na hora de adquirir os nossos essenciais.

6 de fevereiro de 2017

É capaz de ser amor!



Faço birrinha que não gosto de ver em mim, que não é o meu estilo, que é muito pesadão para os meus outfits... E no fim, tudo o que eu precisava era de alargar horizontes.
É lindo, é barato e ainda não é meu, porque temos de ser ponderadas quando parece que é tudo perfeito. Não me devo é aguentar muito mais tempo!


MariaDaniela

2 de fevereiro de 2017

Aqui me assumo: sou uma vítima!

http://counterintuity.com/

Ehhh tantas soidades que eu vejo nesses olhinhos ramelosos!! Sei que andámos aqui a reprimir umas sensações mas hoje há direito a taberneira indignada. Ninguém aguenta tanto tempo na vida sem se aborrecer. Parece que estava atafulhada num tanque com o Bruno de Carvalho e o primeiro a voltar à tona pagava a cláusula de rescisão ao JJ. Agora é só deixar fluir.
Refastelem-se que isto é capaz de ser doloroso. Muita coisa entalada, porra.

30 de janeiro de 2017

A minha personalidade em 3 outfits

Eu sou a pessoa mais previsível do mundo. Os meus colegas já conseguem adivinhar o que vou vestir no dia seguinte por verem o que trago no próprio dia. A verdade é que nunca vario muito dos mesmos três estilos de outfit. 
Embora sejam os três um pouco diferentes, acho que no seu conjunto  personificam muito bem a minha identidade. Se mais demoras, vamos lá ver o que costumo vestir!


Camisa Mango, jeans Zara, sapatos Mango, mala Massimo Dutti