17 de maio de 2017

Finalmente livre de arames!

Tal como vos tinha ameaçado aqui, assim que me livrasse do arame farpado vos mostrava o resultado e cá estamos. 
Comecei a encher esta boquinha santa de aros e brackets em julho do ano passado e esta segunda-feira dei fim aos procedimentos de tortura. 
Nunca me pude queixar muito, os resultados eram visíveis todos os meses, o que dava aquela motivação, não fiz demasiadas feridas, não ganhei tiques escandalosos e a verdade é que acho que até nem me ficava mal.... Belo ego, estou espantada.
Como a minha mordida sempre foi alinhada, o meu problema estava no apinhamento dos dentes da frente. Expliquei melhor aqui.
Eu era aquilo a que se chama um anjo que caiu do céu... de boca.

4 de maio de 2017

Auto de Ocorrência a 04 de Maio de 2007

Se vos devo explicações? Óbvio! Não é permitido deixar um tabernão desta qualidade ao abandono por tanto tempo. Deixem vir aí a ASAE e eu logo conto como é que elas mordem!
Deixei a porta escancarada e nem um pires de tremoço no balcão. Isto merece chibatada no lombo e uma barata na sopa. Façam o que entenderem, um gajo tem sempre aquilo que merece....

Em minha defesa e a ver se me redimo, deixem-me desfiar aqui um pedaço daquilo que foram os últimos dois meses. Até levantaram as orelhinhas, suas velhas gaiteiras! Não há quem vos ature.

1 de março de 2017

Dizem que cachaça é água...


O Carnaval é coisinha para ser a minha festividade favorita do ano. Não há cá as lembrancinhas do Natal nem os convidados pouco desejados das festas de aniversário ou ano novo. Não há fretes na sua essência. Sei que há imensa gente que não gosta da época e eu não compreendo muito bem mas aceito.
É a minha oportunidade de sair da minha personalidade e ser uma gazela, um marroquino ou uma banana. Concretizar sonhos, portanto! ahah
A foto acima foi a única que tirei nestes últimos dias e, conforme percebem, é registo de instastories. A indumentária tem para cima de dez anos. A minha mãe (que sempre me mimou tanto e tão bem!) adora desde sempre a minha artéria de foliona e de cada vez que eu precisava de mais um disfarce ela comprava-me 3. Sim, ainda tenho vestidos por estrear e ela deixou de me comprar destas coisas aí aos 17-18 anos. Ou é ou não é!

22 de fevereiro de 2017

Quando eu for grande quero ser ... a Barbie!!


É o primeiro ícone de beleza que veneramos na vida e o problema é que há amores que são mesmo para manter!
Um dia destes, a minha colega de trabalho mostrou-me o instagram mais fashion da Barbie (sim, os nossos empregos são muito intensos! ahah) e eu fiquei pregada ali uma meia hora. A dar no scroll que nem uma doida e apaixonada até ao tutano. Bom, pelo menos até ao meu tutano! 😋
A Barbie já é velhinha mas não parece! Tem atualizado a sua imagem sempre em tempo real, portanto o seu guarda-roupa é bem mais modernaço do que o meu. 
É um bocadinho surreal admitir que sigo a conta da Barbie e acabo sempre por me inspirar para novas compras ou novas conjugações mas o que é certo é que esta bonequinha é uma fashion influencer mundial. Atentem bem no que vos digo!
Agora dêem uma vista de olhos e percebam que eu não estou maluca de todo! ahah

20 de fevereiro de 2017

O dia em que ele afirmou "Tu lês livros de cultura!"


Este é um momento semelhante ao: Ele era um homem lindo mas escreveu "quaisqueres dois de ambos os três servem para o servisso". ahahah 
Há detalhes pequeninos que são o maior turn off do mundo. Escrever mal na sua língua nativa é coisa para nos fazer sangrar dos olhos e por mais que uma pessoa se esforce para que a sua memória seletiva apague aquele trágico sms, já foi. É coisinha para ser narrada até ao fim dos nossos dias, aos filhos, aos netos, e na casa de repouso, no meio de histórias meio improvisadas do Ultramar e do latex que a Ana Malhoa envergava nos seus espetáculos.

17 de fevereiro de 2017

Até quando é que podes não saber?

Sim, até quando é que podes não ter um plano sem que estejas desnorteada?
Os tempos, dizem, mudaram mas continuam a cobrar-te a seriedade, a consciência e o tacto com a mesma firmeza que o fizeram aos teus semelhantes anos e anos atrás.
Precisas de ser controlada, metódica e fazer um percurso limpo, sem desvios nem percalços porque "Com a tua idade, eu já era... Eu já fazia... Eu já tinha."

Até quando poderás ser a criança que recusas deixar morrer?
Terá a tua gargalhada de ir às lágrimas um prazo de validade e o teu gosto por filmes de animação um final certo. Dizem. Dizem ser o percurso natural das coisas. Só que tu nunca foste pelo que é natural.

Até onde te será permitido não seres aquela-que-domina-todas-as-coisas?
Vão começar a cobrar-te demasiado cedo para que saibas, tanto que ensines. E tu com tantas dúvidas, ora tão básicas quanto complexas. A maior delas é se algum dia fará sentido que doutrines uma palavra que não é tua.

Por quanto mais tempo poderás viver na dor porque te parece tão mais confortável do que o vazio?
Pior que a dor é a ausência dela. O não sentir, não ser capaz. Ser infértil. Infértil de felicidade.

MariaDaniela